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13.06.08
 

PUC lança curso de Engenharia Biomédica


Os professores doutores Luiz Carlos de Campos, diretor geral da PUC; e Paulo Roberto Pialarissi, coordenador da graduação da PUC; na Hospitalar
A Hospitalar 2008 foi palco de muitas novidades, entre elas do lançamento do novo curso de Engenharia Biomédica da Pontifícia Universidade Católica (PUC). Os professores doutores Luiz Carlos de Campos, diretor geral da PUC; e o Paulo Roberto Pialarissi, coordenador da graduação da PUC, estiveram na Hospitalar na manhã desta quinta-feira (12) para o lançamento do curso.

A Engenharia Biomédica é uma nova e desafiadora especialidade dentro da engenharia que desponta nos países mais desenvolvidos. No Brasil, esta ciência começa a dar os primeiros passos e figura como um grande campo de atuação a ser explorado. Diante deste cenário, a Pontifícia Universidade Católica (PUC) lançou o Curso de Engenharia Biomédica este ano, com o primeiro vestibular previsto para o mês de dezembro.

“O Curso de Engenharia Biomédica propõe-se a mostrar uma perfeita integração entre a área tecnológica, a área médica e outras diferentes áreas, como administrativa, econômica e jurídica”, explica o coordenador, Prof. Dr. Paulo Roberto Pialarissi.

O curso oferecido pela PUC será o único na cidade de São Paulo. Hoje, o município representa o maior pólo médico da América Latina por concentrar grande parte dos hospitais, maior número de leitos, atendimento gratuito à população, além de reunir as maiores empresas que desenvolvem tecnologia relacionada à saúde. “Se fosse possível resumir um curso amplo e rico como o curso de Engenharia Biomédica da PUC, diríamos que ele estabelece um diálogo pioneiro entre tecnologia, saúde e gestão, proporcionando bem estar e atendendo com maestria um mercado crescente e cada vez mais exigente”, declara o Prof. Dr. Luiz Carlos de Campos, diretor geral da PUC.

As disciplinas vão focar na resolução de problemas e na problematização - ABP (Aprendizagem Baseada em Problemas), metodologia com enfoque muito acentuado na prática profissional. O sistema impõe ao aluno um contato com os seus locais de trabalho e com o desenvolvimento de pesquisa desde o início do curso. “Diante deste panorama, é crescente a necessidade por profissionais com habilidades em ciências exatas, particularmente de engenharia, mas que também tenham um bom conhecimento dos fundamentos das ciências biológicas e médicas”, afirma Pialarissi.

 

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