A DASA – Diagnósticos da América S.A
– anunciou, na semana passada, os resultados do terceiro trimestre do ano
(3T07). A receita bruta da companhia no período totalizou R$ 254,5 milhões,
representando um crescimento de 29,8% sobre o mesmo período de 2006. Este
crescimento da receita bruta sobre o mesmo trimestre do ano anterior é
recorde desde a abertura do capital da DASA, que aconteceu em novembro de 2004.
A expansão orgânica e as aquisições no segmento
ambulatorial e hospitalar (+17,7%), o crescimento das operações
de apoio a laboratórios (Alvaro +19,5%) e o início da prestação
de serviço ao setor público de saúde brasileiro, através
da aquisição do CientíficaLab, são os principais responsáveis
pelo bom desempenho da receita bruta. A receita das mesmas unidades cresceu 2,2%,
abaixo da média apresentada nos últimos trimestres, principalmente
devido aos meses de julho e agosto de 2006 terem sido uma base de comparação
extremamente alta em função da demanda represada da Copa do Mundo.
Nos últimos 12 meses, foram abertas 36 novas unidades e adquiridos cinco
novos laboratórios (VitaLâmina e Atalaia em 2006; Exame, CientíficaLab
e Med Imagem - de Niterói - em 2007), o que demonstra ainda existir um
grande potencial de crescimento de receita para os próximos trimestres.
Essas aquisições também confirmam a estratégia corporativa
de diminuição da dependência de pagadores mais representativos.
A diversidade das aquisições dos últimos 12 meses, cujo perfil
de pagadores é mais concentrado em Cooperativas Médicas (VitaLâmina,
Atalaia e Med Imagem), Auto Gestões (Exame) e no Setor Público(CientíficaLab)
geraram significativo impacto na participação dos pagadores em relação
ao desempenho registrado em 2006. Vale destacar o crescimento da parcela de clientes
particulares por meio do Laboratório Popular e também os hospitais,
que apesar da introdução do serviço público e da ampliação
de cooperativas médicas e das autogestões, mantiveram uma participação
estável. O desempenho das seguradoras e da medicina de grupo foi reduzido
exclusivamente em função da diversificação dos pagadores
das empresas adquiridas.
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