A solução de digitalização de imagens médicas PACS/RIS da Agfa Healthcare foi contratada pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo para modernizar a gestão da sua área de diagnósticos por imagem. O projeto de R$ 6,2 milhões e com duração de cinco anos garantirá que o volume de exames realizados anualmente cresça 20%, saltando dos atuais 25 mil exames por mês para mais de 30 mil. Será adotado também o equipamento CR (Computed Radiography) que digitalizará as imagens oriundas dos equipamentos de Raio-X.
O projeto segue as tendências mundiais de gestão e tecnologia verificados nos últimos anos, na qual os hospitais e instituições médicas de todo Brasil devem viver uma verdadeira corrida em busca de programas e sistemas de informação que dinamizem o atendimento, simplifiquem o funcionamento, reduzam custos e tenham reflexos reais no diagnóstico dos pacientes.
O sistema será instalado em todos os serviços administrativos e de realização de exames no Centro de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa. O sistema RIS (Radiology Information System) tem sua utilização para radiologia e diagnóstico por imagem, e o PACS (Picture Archiving and Communication System) para armazenamento e gerenciamento das imagens. Ambos serão totalmente integrados ao HIS (Sistema de Informação Hospitalar) da Santa Casa, agregando as informações do serviço de diagnóstico ao prontuário eletrônico do paciente.
Sistema RIS/PACS
Os sistemas RIS/PACS que serão instalados pela Agfa no Hospital Santa Casa de Misericórdia de São Paulo permitirão digitalizar, armazenar e consultar em rede todas as imagens dos exames dos pacientes em modalidades médicas como ressonância magnética, tomografia, ultra-sonografia, entre outros.
Hoje, a maioria dos hospitais do Brasil ainda atua no sistema analógico, mas sua migração para o digital pode movimentar negócios em torno de US$ 300 milhões por ano.
Rotinas simples como abrir uma ficha médica ou agendar um exame ainda levam tempo e não são informatizadas, tão pouco integradas. Formulários de papel e exames em filme, as famosas “chapas”, são ainda muito comuns. Diversos benefícios poderão ser observados, como redução de filmes, insumos radiológicos e repetição de exames, bem como maior acuracidade no diagnóstico, agilidade na liberação de resultados, além de o paciente ter seu histórico todo em formato digital, evitando risco de extravio e acesso mais rápido a sua história clinica.
Os hospitais que recentemente implantaram soluções de TI em sua rotina de trabalho esperam economizar entre 40 e 60% do seu custo com consumíveis e potencializar em pelo menos 30% sua capacidade de atendimento. Mais que isso, os novos programas dão maior segurança ao trabalho dos médicos e ao atendimento dos pacientes, pois os gestores contarão com uma poderosa ferramenta estatística (BI – Bussiness Inteligence), que permitirá o acompanhamento de todas as áreas com métricas e gráficos para melhoria da performance e qualidade dos serviços prestados aos pacientes.
Estados Unidos, Canadá e Europa estão bem à frente na utilização de sistemas que integram ações dentro de um hospital. Porém, a capacidade de crescimento do Brasil é incomparável, já que os hospitais estão apenas começando a se dar conta da necessidade de sistemas de informação.
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